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Redes sociais x Ambientes colaborativos in site - Blog Colaborativo

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Redes sociais x Ambientes colaborativos in site

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redes-sociais-para-corporacoesNão é novidade – e já faz tempo - que estamos vivendo uma revolução nas formas de comunicação e de relações entre as pessoas. Começou com o advento da internet, ampliou-se com as aplicações mobile (para smartphones), e se expandiu de vez com a febre das redes sociais. Nesse contexto, as pessoas e as empresas se sentem “obrigadas” a participar dessas redes como o Facebook e o Google Plus.

Tenho uma visão um pouco controversa a respeito. Acredito que essa corrida das organizações para estar nas redes sociais é, em boa parte, um efeito de manada como o que ocorreu com o ambiente virtual Second Life. Era a febre do momento até bem pouco tempo atrás. Praticamente todas as grandes empresas ingressaram e, de uma hora para outra, ninguém mais ouve falar.

Vejo que a maioria das empresas que criam suas fan pages no Facebook está com muita dificuldade em definir objetivos claros, atualizar conteúdos, mensurar o ROI (retorno sobre investimento, na sigla em inglês) etc.

Entendo que as redes sociais são mais oportunas para campanhas de branding (gerenciamento de marca), para personalidades famosas e para alguns outros segmentos pontuais. Ou seja, não percebo ganhos efetivos para a grande maioria das empresas, principalmente aquelas que atuam em um segmento especializado ou são B2B (oferecem produtos ou serviços a outras empresas).

Os principais argumentos (amplamente divulgados pelos consultores digitais) para as organizações entrarem nas redes sociais tem sido: gerar conversações em torno de um produto ou serviço, melhorar a percepção da marca, aumentar o tráfego do site e conhecer melhor seus consumidores.

cumunidade-de-clientesProponho uma questão para reflexão:

É possível gerar conversações em torno de um produto ou serviço, melhorar a percepção da marca, aumentar o tráfego do site e conhecer melhor seus consumidores também fora das redes sociais (sem uma Fan Page)?

Acredito que resposta é sim! É possível! E é simples!

Ambientes colaborativos para engajamento de pessoas podem ser implementados nos próprios sites das organizações e tem outras vantagens:

  • Ter gestão total na moderação e sobre o conteúdo (tudo sobre o seu “guarda-chuva”)
  • Obter mais relevância para o site uma vez que o conteúdo estará in site e os “likes” serão apontados para o seu site ao invés de sua FanPage (conteúdo publicado no Facebook dá relevância ao Facebook)
  • Não perder o conteúdo (lembre-se do Seconf Life, Orkut etc.), ao utilizar software livre você não ficará a mercê de terceiros.
  • Ir muito além que gerar conversações, podendo ser utilizado na criação, desenvolvimento e compartilhamento de ideias, soluções, experiências e conhecimento. Muito além mesmo!
  • Poder ser utilizado também em aplicações de comunidades (clientes, colaboradores, fornecedores etc.), suporte e atendimento, colaboração corporativa, RH, intranet, brainstorming, debates, construção de marcas, pesquisa ... e muito mais ...

É importante salientar que redes sociais e ambientes colaborativos in site não são excludentes. São perfeitamente compatíveis dentro de uma estratégia com objetivos bem definidos para cada um. Porém, devemos estar atentos e procurar perceber para onde está se dirigindo a manada. Será que é para um precipício como foi o Second Life e o Orkut?

Como exemplo de que devemos ficarmos atentos é a forte migração que vem ocorrendo na forma de acessar ao Facebook. Cada vez menos pessoas entram na rede social via desktop e cresce o número de acessos via smartphone e tablet. A partir dessa mudança significativa de comportamento, surgem questionamentos bem pertinentes, como:

  • O perfil dos visitantes são os mesmos?
  • Eles tem os mesmos hábitos independentemente da forma de acesso?
  • O conteúdo das Fan Pages estão adequados para as duas formas de acesso?

Para se ter uma ideia da importância disso, o mercado está questionando seriamente a capacidade da rede social de Mark Zuckerberg ser rentável (diga-se: vender anúncio) nos smartphones e tablets. Precisam descobrir como lucrar no universo mobile. Essa preocupação resultou em queda de 10% nas ações do Facebook (mais uma) no dia 24/09, o que chegou a ativar o "circuit breaker" da Nasdaq.

O que fazer? Uma boa prática é não se deixar levar apenas pelo efeito manada, procurar entender melhor as redes sociais nas organizações, definir objetivos claros e sempre acompanhar resultados.

Dica: Priorize estratégias in site (sob o seu guarda-chuva) e utilize as redes socais para divulgar, fortalecer e dar relevância ao conteúdo publicado no seu site, ou seja, procurar utilizar as redes sociais mais para atrair visitantes para o seu site.

Por fim, defendo que, para a grande maioria das organizações, engajar pessoas no seu site é muito mais eficaz do que engajá-los na Fan Page.

  • Guest
    Thatiana G. 13 de September de 2012

    Apesar das redes sociais serem uma "moda", as empresas devem aproveitar essa fase da web, com certeza, mesmo que seja por pouco tempo, mas de forma adequada. Afinal o Facebook existe desde 2004 e nunca uma rede social permaneceu em posição de destaque por tanto tempo! Como tudo na Web, o futuro das novas redes é incerto e depende muito de quem as desenvolve e acompanha o mercado, que cria novas tendências para seus usuários, formando um ciclo para toda a rede virtual. Estar de fora de uma "febre" é como parecer não estar preocupado em acompanhar o comportamento de seus clientes ou parecer desatualizado diante de uma nova forma de comunicação, especialmente, entre a nova geração de consumidores que surge a cada ano.
    Também desconheço casos de empresas B2B que tiveram êxitos consideráveis com presenças em redes sociais, mas não deixa realmente de ser uma boa opção para aumentar o tráfego do site e gerar um funil dessa forma. A questão é como saber trabalhar o marketing digital e integrado diante de tantas ferramentas da Web. Procurar parcerias com empresas especializadas em geração de conteúdo e planejamento de marketing digital é bom caminho.

    Além das redes sociais, outras novas ferramentas estão surgindo, como os ambientes colaborativos, um novo conceito desenvolvido para aproximar ainda mais as empresas dos seus clientes. Esse é o propósito e o principal objetivo do mercado atualmente, pois como vivemos uma nova era onde os consumidores são totalmente ativos e sentem a necessidade de expressar suas opiniões, as empresas precisam atentar-se para que os próprios clientes não tornem-se seus inimigos e principais divulgadores de suas falhas. Para isso não acontecer, estar sempre pronto a resolver problemas e atender com eficiência é fundamental!

    Muito bom o artigo... Parabéns!

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Guest 18 de July de 2018